INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO RESISTIDO E DA MATURAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE FORÇA EM ADOLESCENTES

Autores/as

  • Josnei Franz Universidade do Contestado - UnC.
  • William Cordeiro de Souza Universidade do Contestado - UnC.
  • Valderi Abreu de Lima Universidade Federal do Paraná - UFPR.
  • Marcos Tadeu Grzelczak Universidade do Contestado - UnC.
  • Luis Paulo Gomes Mascarenhas Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro.

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i3.6852

Resumen

O objetivo o estudo foi verificar a relação entre maturação sexual e o desenvolvimento de força em adolescentes. Amostra foi composta por 22 adolescentes (13 e 15 anos). Foram avaliadas à maturação sexual, massa corporal, estatura, IMC, %G, circunferência da cintura e quadril (RCQ), a flexibilidade e a capacidade aeróbia. A força muscular foi avaliada pelo teste de 1RM, nos membros superiores e inferiores. A intervenção com treinamento resistido a 75% de 1RM foi realizada por 8 semanas. Para as análises utilizou-se a estatística descritiva, o teste t de Student e o teste do tamanho do efeito de Cohen. Para todas as análises utilizou-se nível de significância estipulado em p<0,05. Não foi detectado diferenças nas variáveis antropométricas e composição corporal, observou-se diferenças significativas (p=0,001) para as variáveis, flexibilidade, VO2máx, FMMS e FMMI quando o grupo foi analisado como um todo após intervenção. Dentre as diferencias encontradas avaliando-se por fases da maturação podemos destacar a flexibilidade com ganhos significativos durante a fase pré-púbere (p=0,04) e púbere (p=0,03). No Vo2 máx foram encontradas diferenças significativas após intervenção em grupo maturacionais e com tamanho do efeito de d=0,50, d=0,44 e d=0,66, respectivamente. Além disso, valores significativos (p=0,0001) foram encontrados nos testes de força de FMMS e FMMI. Pode-se observar que, após a aplicação do treinamento de força, foi detectado diferenças significativas no VO2máx, força de FMMS e FMMI de atletas de handebol. Quando os resultados são dicotomizados pelo estágio puberal, melhoras significativas da flexibilidade e força são observadas, principalmente nos adolescentes nas fases pré e pós-púberes.

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Biografía del autor/a

Josnei Franz, Universidade do Contestado - UnC.

Graduado em Educação Física pela Universidade do Contestado - UnC.

William Cordeiro de Souza, Universidade do Contestado - UnC.

Especialista em Fisiologia do Exercício com Ênfase em Treinamento Desportivo. Universidade do Contestado - UnC.

Valderi Abreu de Lima, Universidade Federal do Paraná - UFPR.

Mestrando em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná - UFPR.

Marcos Tadeu Grzelczak, Universidade do Contestado - UnC.

Mestrado em Desenvolvimento Regional. Professor da Universidade do Contestado - UnC.

Luis Paulo Gomes Mascarenhas, Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro.

Doutorado em Saúde da Criança e do Adolescente. Professor do Programa de Mestrado em Desenvolvimento Comunitário da Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicentro.

Publicado

2017-09-21

Número

Sección

Artigo Original