METABOLISMO DA GLUTAMINA E EXERCÍCIO FÍSICO: ASPECTOS GERAIS E PERSPECTIVAS

Authors

  • Cinthia Maria Schöler Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Mauricio Krause Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i2.6840

Keywords:

teoria dos jogos, competição tributária, política fiscal, federalismo fiscal

Abstract

Apesar de não haver um consenso sobre os benefícios da suplementação de glutamina no desempenho físico de atletas, a utilização deste aminoácido como uma importante ferramenta no combate a imunossupressão ainda merece discussão. Indivíduos que realizam exercícios muito intensos e prolongados (extenuantes) podem desenvolver um quadro catabólico e pró-inflamatório que influencia diretamente as funções imunológicas e, consequentemente, pode alterar negativamente o desempenho físico. A suplementação de glutamina é altamente recomendada e utilizada em indivíduos "imunodeprimidos" e, por essa razão, seu uso como ferramenta imunomodulatória em atletas deve ser considerado. Neste contexto, discutiremos aqui, o possível papel desse aminoácido na resposta ao estresse celular de células imunológicas; sugerindo que a sua eficácia parece estar relacionada com os aumentos na formação de um importante antioxidante, a glutationa (GSH), e da indução das proteínas de choque térmico de 7kDa (HSP70), com ação anti-inflamatória.

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Author Biographies

Cinthia Maria Schöler, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Mestre em Ciências do Movimento Humano; Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano, Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. Laboratório de Fisiologia Celular, Departamento de Fisiologia, Instituto de Ciências Básicas da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil.

Mauricio Krause, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pós-Doutor em Metabolismo - Universtity College Dublin - Irlanda; Doutor em Ciências do Movimento Humano, Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Fisiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. Laboratório de Fisiologia Celular, Departamento de Fisiologia, Instituto de Ciências Básicas da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil.

Published

2017-08-11

Issue

Section

Review Article