A SUPLEMENTAÇÃO AGUDA DE CHOCOLATE PODE MELHORAR O TESTE DE DESEMPENHO EM CICLOERGÔMETRO?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v31i1.10977

Palavras-chave:

Transações entre partes relacionadas, Governança corporativa, Custos de agência, Hipótese de conflito de interesse e hipótese das transações eficientes.

Resumo

Estudos têm demonstrado que a suplementação crônica de chocolate amargo promove melhorias nos parâmetros semelhantes aos observados após o exercício de endurance. Os potenciais efeitos da ingestão de chocolate amargo no desempenho do exercício aeróbio são controversos e há questionamentos a respeito da quantidade ideal de chocolate a ser consumido para melhorar a performance. Portanto, o objetivo foi verificar o efeito da suplementação aguda de 80 g de chocolate amargo (70% cacau) sobre o desempenho do teste em cicloergômetro. Participaram do estudo 11 homens saudáveis, fisicamente ativos, mas não treinados (27.8 ± 3.2 anos, 76.4 ± 10.1 kg, 177.5 ± 8.2 cm). Dois testes incrementais em cicloergômetro foram realizados para determinar a potência de pico (Ppico) sem suplementação de chocolate (condição controle, C) e com suplementação de 80 g de chocolate amargo 70% cacau (C70%) ingeridos duas horas antes do teste. Variáveis como frequência cardíaca (FC), concentração de glicose sanguínea (GLI), pressão arterial (PAS/PAD) e percepção subjetiva de esforço (PSE) foram monitoradas. A normalidade dos dados foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk, e os resultados estão apresentados como média ± desvio padrão (DP). Os dados de desempenho dos testes e as variáveis fisiológicas foram comparados pelo teste t de Student para amostras pareadas, adotando nível de significância de P < 0,05. Não foram encontradas diferenças estatísticas para Ppico (238,0 ± 35,1 vs. 250,9 ± 42,7 W) entre as condições (C e C70%, respectivamente), bem como nas demais variáveis. Concluímos que, embora a ingestão de 80 g de chocolate amargo (70% cacau) 2 horas antes do teste de cicloergômetro não tenha modificado o pico de potência nas variáveis fisiológicas e psicofisiológicas analisadas na apresentação dos resultados, a análise individual demonstrou que essa suplementação poderia ser usada para aumentar a Ppico, que apoia a análise individual e não de grupo para avaliar as respostas de desempenho aos protocolos de suplementação.

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Biografia do Autor

Francisco de Assis Manoel, Universidade Estadual de Maringá

Associate Post-graduate Program in Physical Education UEM/UEL, Department of Physical Education, State University of Maringá-PR, Brazil.

Diego Hilgemberg Figueiredo, Universidade Estadual de Maringá

Associate Post-graduate Program in Physical Education UEM/UEL, Department of Physical Education, State University of Maringá-PR, Brazil.

Diogo Hilgemberg Figueiredo, Universidade Estadual de Maringá

Associate Post-graduate Program in Physical Education UEM/UEL, Department of Physical Education, State University of Maringá-PR, Brazil.

Vanessa Guedes Pereira da Silva, Universidade Estadual de Maringá

Specialization in Human Physiology: Functioning of the Human Organism in the Interdisciplinary Context, Department of Physiology, State University of Maringá-PR, Brazil.

Alessandra Precinda Kauffman, Universidade Estadual de Maringá

Associate Post-graduate Program in Physical Education UEM/UEL, Department of Physical Education, State University of Maringá-PR, Brazil.

Fabiana Andrade Machado, Universidade Estadual de Maringá

Associate Post-graduate Program in Physical Education UEM/UEL, Department of Physical Education, State University of Maringá-PR, Brazil. Post-graduate Program of Physiological Sciences, Department of Physiological Sciences, State University of Maringá-PR, Brazil.

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Publicado

2024-04-19

Edição

Seção

Artigo Original