INTERLEUCINA-6, CAPACIDADE FUNCIONAL E QUALIDADE DE VIDA EM HOMENS IDOSOS COM BAIXA MASSA ÓSSEA PRATICANTES DE TAI CHI CHUAN

Autores

  • Márcio de Moura Pereira UnB - Universidade de Brasília
  • Lucy Gomes Vianna UCB - Universidade Católica de Brasília
  • Ana Patrícia de Paula UnB – Universidade de Brasília
  • Marisete Peralta Safons UnB – Universidade de Brasília
  • Otávio de Tolêdo Nóbrega UnB – Universidade de Brasília
  • Vinícius Carolino de Souza UCB - Universidade Católica de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v19i3.2407

Palavras-chave:

qualidade de vida no trabalho, estilo de vida, ciclos vitais

Resumo

O propósito deste estudo foi avaliar o efeito do Tai Chi Chuan (TCC) na Interleucina-6 (IL-6), capacidade funcional (CF) e qualidade de vida (QV) em homens idosos com baixa densidade mineral óssea (BDMO). Completaram este estudo descritivo 56 voluntários idosos, divididos em 3 grupos: G1 (praticantes de TCC com BDMO; n = 20; idade = 69,20±6,19 anos), G2 (controle com BDMO; n = 21; idade = 69,00±5,67 anos) e G3 (controle com massa óssea normal; n = 15; idade = 68,27±6,13 anos). G1 havia praticado o TCC Estilo Yang de 24 Movimentos durante 12 semanas, 2 vezes por semana. G2 e G3 não praticaram atividade física orientada. A densidade mineral óssea (coluna lombar e colo do fêmur) foi avaliada por meio de densitometria de duplo feixe de raios X, IL-6 foi avaliada por ELISA e CF foi avaliada através dos seguintes Testes Fullerton de CF: Resistência Aeróbia (RA), Força de Membros Inferiores (FMMII), Força de Membros Superiores (FMMSS), Flexibilidade de Membros Inferiores (FLEXMMII), Flexibilidade de Membros Superiores (FLEXMMSS), Equilíbrio Estático (EQE) e Equilíbrio Dinâmico (EQD). QV foi avaliada através do Questionário SF-36. Realizou-se estatística descritiva e avaliou-se a normalidade através do teste de Shapiro-Wilk. Para comparar as variáveis dependentes entre os grupos a Análise de Variância (ANOVA) e o Teste de Kruskal Wallis foram aplicados, utilizando o pacote estatístico SPSS, para uma significância de p?0,05. Verificou-se nos praticantes de TCC valores melhores e significantes para algumas CP e QV: RA (p=0,01), FMMII (p=0,02), FMMSS (p=0,03), EQD (p=0,01), QV – Domínio Capacidade Funcional (p=0,02) e QV – Domínio Vitalidade (p=0,03). IL-6 não apresentou diferenças significativas (p=0,72). Estes resultados indicam que TCC é eficaz na melhora da capacidade funcional e qualidade de vida em homens idosos com baixa densidade mineral óssea, porém não altera os níveis da IL-6.

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Biografia do Autor

Márcio de Moura Pereira, UnB - Universidade de Brasília

GEPAFI - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Atividade Física para idosos Faculdade de Educação Física (FEF)

Lucy Gomes Vianna, UCB - Universidade Católica de Brasília

PPGEF – Programa de pós-graduação em Educação Física. PPGG - Programa de pós-graduação em Gerontologia

Ana Patrícia de Paula, UnB – Universidade de Brasília

GEPAFI – Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Atividade Física para Idosos Faculdade de Educação Física (FEF)

Marisete Peralta Safons, UnB – Universidade de Brasília

GEPAFI – Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Atividade Física para Idosos Faculdade de Educação Física (FEF)

Otávio de Tolêdo Nóbrega, UnB – Universidade de Brasília

UnB - Faculdade de Ceilândia

Vinícius Carolino de Souza, UCB - Universidade Católica de Brasília

UCB - Laboratório de Imunossenescência

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Publicado

2012-04-21

Edição

Seção

Artigo Original