A relação entre ciclos econômicos com o desempenho das empresas no mercado brasileiro

Autores

  • Rafaella Botelho Cavalca Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Aluna de mestrado.
  • Marcelo Cabus Klotzle Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor - IAG.
  • Paulo Vitor Jordão da Gama Silva Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio. Aluno de doutorado.
  • Antonio Carlos Figueiredo Pinto Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor - IAG.

Resumo

Um acompanhamento dos ciclos econômicos (CEs) pelas empresas pode ajudar a melhorar o desempenho das mesmas, alinhando suas expectativas com as do mercado. Este estudo visa analisar os CEs brasileiros, de 2002 até 2013, por meio de técnicas econométricas envolvendo regressões, análise de seções cruzadas e de dados em painel. Utilizou-se como variáveis independentes os ciclos econômicos (o indicador antecedente composto da economia e o indicador coincidente composto da economia) e como variáveis dependentes índices econômicos de desempenho empresarial (rentabilidade do ativo, margem EBIT, rentabilidade do patrimônio, lucro por ação e preço/lucro). Foram utilizados também índices empresariais, tal como alavancagem financeira, book to market e tamanho da empresa como variáveis de controle. Verificou-se que os índices de desempenho tiveram resultados positivos e significantes, ou seja, acompanharam os CEs nos momentos de crise e expansão (exceto P/L).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Rafaella Botelho Cavalca, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Aluna de mestrado.

Possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2003). MBA em Gestão Empresarial pela FGV/ SOCIESC (2009) Tem experiência na área de Administração, Finanças e Controladoria.

Marcelo Cabus Klotzle, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor - IAG.

Possui graduação em Administração - Universitat Bayreuth (1993), mestrado em Administração - Universitat Bayreuth (1994) e doutorado em Economia - Katholische Universitat Eichstatt (1999). Fez pós-doutorado em Finanças Comportamentais pela McMaster University (2009). Atualmente é professor associado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Administração e Economia, com ênfase em Administração Financeira, Mercado de Capitais e Economia e Finanças Internacionais , atuando principalmente nos seguintes temas: governança corporativa, finanças comportamentais, mercado de capitais, econometria, finanças internacionais e economia internacional. Tem livros e artigos publicados no Brasil e no exterior. É Pesquisador associado do NUPEI - Núcleo de Pesquisa em Energia e Infraestrutura da PUC-Rio e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2.

Paulo Vitor Jordão da Gama Silva, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio. Aluno de doutorado.

Possui graduação em Administração pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Ago/2010). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração Financeira. Mestre em Administração - Finanças pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Jan/2013). Atualmente é aluno de doutorado em finanças pela PUC-RJ, aluno de contabilidade pela UNESA-RJ e membro do grupo de pesquisa CNPq de finanças comportamentais da PUC-RJ.

Antonio Carlos Figueiredo Pinto, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor - IAG.

Possui graduação em Administração pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1977). É Doutor em Economia pela EPGE da Fundação Getúlio Vargas - RJ (1985). Atualmente é professor do IAG (Instituto de Administração e Gerência) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência e diversos trabalhos publicados na área de Administração, com ênfase em derivativos, mercados financeiros e administração de carteiras.

Downloads

Arquivos adicionais

Publicado

2017-06-30

Edição

Seção

Artigos