MULHERES E DESIGUALDADE: DA (DES)CONSTRUÇÃO DO ARQUÉTIPO FEMININO À EQUIPARAÇÃO DA LICENÇA-PATERNIDADE À LICENÇA-MATERNIDADE COMO PLANIFICADOR DAS RELAÇÕES DE TRABALHO.
DOI:
https://doi.org/10.31501/repats.v4i2.8674Keywords:
depressão, exercício físico, tratamentoAbstract
Para melhor entender os contornos da sociedade moderna em torno da mulher, busca-se abordar neste artigo dois pontos principais: o primeiro, como se deu a construção do ideal hoje disseminado acerca da mulher enquanto ente social e, o segundo, quais os recursos jurídicos se têm em mãos para imaginar uma solução que vise consagrar a igualdade de gêneros, especificamente no mercado de trabalho. O estudo destes compostos, em sua harmonia e confluências, contribui em muito para se refletir acerca da trajetória da história da mulher, assim como qual o papel do homem dentro da sociedade contemporânea. Para auxiliar nas questões do trabalho, sugere-se a equiparação da licença-paternidade à licença-maternidade como planificador das relações de trabalho, o que promoveria as oportunidades para a mulher, e encerraria o monopólio masculino acerca das oportunidades profissionais, consagrando, inclusive, o papel que a Constituição Federal reservou para este último, qual seja, de pai, tal qual a mãe, participativo e solidário ao convívio familiar.