A Análise da Taxa de Cesáreas no Distrito Federal e em um Hospital Público Regional nos últimos 15 anos

Autores

  • Isac César Roldão Leite Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.
  • Rebeca Marques Margoto Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.
  • Thatyane Costa Borges Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.
  • Edgard Albernaz Xavier Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.
  • Gabriela Petrocchi Corassa Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.
  • Marta Alves de Freitas Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central e Escola Superior de Ciências da Saúde.

Resumo

A busca por auxílio especializado para a condução do trabalho de parto é um processo natural e aconselhável no sistema de saúde brasileiro. Cabe ao obstetra avaliar e indicar a via de parto adequada. A escolha desta via tem sido assunto amplamente discutido devido a sua transferência para a gestante pelos mais diversos motivos. Como a taxa de cesarianas no Brasil subiu nos últimos anos, políticas públicas foram criadas para alcançar o índice proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1985: entre 10% e 15%. Este trabalho analisa a eficácia dessas políticas. Foram utilizados dados epidemiológicos do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde dos últimos 15 anos. Analisaram 44.698.298 partos no Brasil, 838.176 no Distrito Federal (DF) e 111.560 no hospital local. O serviço local alcançou a menor das taxas ? 31,8% de cesarianas. O DF alcançou 48,3%. A taxa brasileira foi de 46,8%. Todos os serviços ficaram acima do proposto pela OMS. Foi possível observar a inversão na taxa de partos, prevalecendo as cesarianas, desde 2009, no Brasil, e desde 2007 no DF. Ainda não houve inversão no hospital público analisado. Sugere-se revisão dos planos governamentais para redução das taxas e atualização da taxa proposta pela OMS para as características de saúde do século XXI.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Isac César Roldão Leite, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.

Curso de Medicina.

Rebeca Marques Margoto, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.

Curso de Medicina.

Thatyane Costa Borges, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.

Curso de Medicina.

Edgard Albernaz Xavier, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.

Curso de Medicina.

Gabriela Petrocchi Corassa, Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.

Residente em Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Regional do Gama-DF

Marta Alves de Freitas, Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central e Escola Superior de Ciências da Saúde.

Doutora em Obstetrícia pela Unesp, Preceptora da Residência Médica de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Regional do Gama, Docente de Ginecologia e Obstetrícia da Faciplac e da Escola Superior de Ciências da Saúde – ESCS/FEPECS.

Downloads

Publicado

2018-06-07