O ômega-3 e os distúrbios psiquiátricos: uma revisão informativa.
Resumo
Já houve estudos que buscaram a relação do uso do ômega-3 e a melhora de alguns transtornos de humor, com destaque para o transtorno depressivo maior. A partir de 2013, após novas pesquisas, novamente se pensa no uso deste ácido graxo como um adjuvante da terapia clássica apresentando resultados satisfatórios. Considerando que o ômega-3 age em fenda sináptica de forma similar à serotonina, este adjuvante pode ser considerado como antidepressivo. O ômega-3 tem três principais formas biológicas, ácido eicosapentaenóico (EPA), ácido docosahexaenóico (DHA) e ácido docosapentaenóico (DPA), sendo as duas primeiras as mais ativas. Ainda é necessário conduzir pesquisas que separem resultados de acordo com a forma ativa do ácido graxo e também em maiores escalas.Downloads
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Publicado
2016-05-15
Como Citar
Ferreira, S. H., Araújo, H. F., Battestin, B., Rocha, F. V. A. da, Silva, Ícaro P., Lima, P. M., Silva, D. O. F. da, & Castro, U. R. de. (2016). O ômega-3 e os distúrbios psiquiátricos: uma revisão informativa. Revista De Medicina E Saúde De Brasília, 5(1). Recuperado de https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/view/6521
Edição
Seção
Artigo de revisão