O DEBATE FILOSÓFICO SOBRE CONHECIMENTO E CIÊNCIA PARA A PRÁTICA CONTEMPORÂNEA DOS CIENTISTAS
DOI:
https://doi.org/10.31501/rvmd.v11i2%20Jul/Dez.8783Resumo
A Filosofia da ciência estuda as origens, métodos, fundamentos e consequências do fazer científico. Este estudo tem o objetivo principal de analisar as consequências do debate filosófico sobre conhecimento e ciência para a prática contemporânea dos cientistas. Para tanto, utilizou-se os estudos de Bacon (1973), de Montaigne (1996), de Descartes (1996), de Locke (1999) e de Hume (1984), de Popper (2007), Kuhn (1975) e de Lakatos (1998), de Gould (1991) e Feyerabend (2007), de Scheleiermacher (2010), de Gadamer (2002) e de Dilthey (2010), de Bernstein (1983) e de Bauer e Gaskell (2002). Modos de conceber e produzir conhecimento mudam e variam constantemente a partir de contextos históricos particulares. De um lado, as práticas científicas foram incorporando em suas ações e fundamentos aspectos da subjetividade presentes na interação sujeito e objeto. De outro, para algumas áreas, persiste o paradigma positivista na forma de construção e de produção da ciência.
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