CAIXA DE PANDORA: UMA REFLEXÃO SOBFRE A ÉTICA, A MORAL E O DIREITO DOI: http://dx.doi.org/10.18840/1980-8860/rvmd.v4n1p1-19

Authors

  • Leila Bijos Universidade Católica de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.31501/rvmd.v4i1.2505

Abstract

A história do pensamento ocidental, principalmente no que se refere às lições de mestres como Aristóteles, nos ajuda a adotar uma concepção ontológica do momento em que a ética, a moral e o direito foram trazidos para o nosso âmago, através de práticas sociais efetivas em torno das quais elas se formaram. O mundo pós-moderno “não é fiel” a Platão ou a Paulo de Tarso, ou a quaisquer outros “descobridores” de “verdades éticas”. A indelével contribuição de Platão e Paulo ficará para sempre, nem que seja para ser contestada; mas jamais será adequada a contextos históricos contemporâneos. Numa visão histórica evolutiva da progressiva diferenciação pela qual passou a ética, desde a ênfase que lhe foi data pela “virada socrática”, impõe a reflexão sobre o seu estudo geral, isto é sobre o que é bom ou mau. Um dos objetivos precípuos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. A Ética é diferente de ambos – Moral e Direito, pois não estabelece regras. Diante dos fatos políticos que abalam as estruturas públicas na Capital Federal, faz-se mister uma reflexão empírica sobre o assunto.

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