Esta é uma versão desatualizada publicada em 2022-08-16. Leia a versão mais recente.

Meu pé gira, meu peito batuca

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13699

Resumo

O ensaio aborda os rituais de matriz afro-ameríndia, com um gesto de observação sobre as cerimônias da Umbanda, tomando como objeto o Terreiro Vovó Benta, em Curitiba, Paraná. Objetiva-se colocar em tela a beleza da manifestação tipicamente brasileira, propondo uma investigação da cultura e do imaginário popular, a partir dos terreiros, que encantam a vida e a fotografia. É um olhar poético sobre este campo de grande patrimônio cultural, mas também de enorme tensão política, histórica e social.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Eduardo Camargo, UFPR, aluno do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM)

Mestrando do PPGCOM da UFPR, pesquisador do grupo Estudos em Comunicação, Consumo e Sociedade (ECCOS), bolsista da Agência CAPES.

Hertz Wendell de Camargo, UFPR, Professor adjunto do Departamento de Comunicação;UFPR, Professor permanente do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM);

Doutor em Estudos da Linguagem, UEL (2011); Mestre em Educação, Conhecimento, Linguagem e Arte, UNICAMP (2006); bacharel em Publicidade e Propaganda, e Jornalismo. Atua no ensino superior desde 2002. Professor adjunto do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) onde é o atual coordenador do curso de Publicidade e Propaganda. Professor permanente do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM) da UFPR.

Downloads

Publicado

2022-08-16

Versões

Como Citar

Camargo, E. M. Z., & Camargo, H. W. de. (2022). Meu pé gira, meu peito batuca. Esferas, 1(24), 391-400. https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13699

Edição

Seção

Visualidades