E "o abismo ficou"...: leitura ecopoética dos "estados limite" da paisagem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13774

Resumo

Definida como um "estado-limite", a paisagem romântica francesa é nutrida por temas como o noturno, o devaneio, a decadência, a privação, a morte ou o fantástico. Influenciada pela estética do sublime, esta paisagem romântica torna-se sensação, emoção e experiência metafísica, na qual toda aparência é essência. A perspectiva mitoanalítica de Durand legitima, neste estudo, a atualização das matrizes simbólicas e arquetípicas do dito locus horridus ou paisagens caóticas e apocalípticas do imaginário francês em universos contemporâneos de ficção científica como os de The Walking Dead (2003-2021).

 

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Biografia do Autor

Mercedes Montoro Araque, Universidad de Granada

Profesora Titular de Universidad en la Facultad de Filosofía y Letras (UGR, Granada, España). Doctora en Investigaciones sobre el Imaginario. Email: mmontoro@ugr.es; ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8698-7480

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Publicado

2022-08-16

Como Citar

Montoro Araque, M. (2022). E "o abismo ficou".: leitura ecopoética dos "estados limite" da paisagem. Esferas, 1(24), 164-184. https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13774

Edição

Seção

Mito e Comunicação Digital