O Mito do vigilante: performatização política no Instagram durante a pandemia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13809

Resumo

Neste artigo, problematizamos a performatização do “Mito do Vigilante” a partir das atividades de fiscalização na pandemia realizadas nas postagens do deputado federal Alexandre Frota no Instagram, refletindo sobre suas estratégias performáticas que o filiam à narrativa do Vigilantismo. Como resultado, identificamos sua associação a um contexto ideológico conservador - uma produção humana e cultural que é “naturalizada” pelo “Mito do Vigilante”, conferindo-lhe credibilidade e autenticidade.

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Biografia do Autor

Márcia Perencin Tondato, ESPM

Doutora em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2004), Mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo (1998). Graduada em Publicidade (1992) pela UMESP. Estágio de pós-doutoramento na Universidade de Brasília (2015). Docente titular do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM-SP.

Lucas Lopes Fraga, ESPM

Doutorando em Comunicação na ESPM/SP

Pietro Coelho, ESPM

Doutorando em Comunicação e Práticas de Consumo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (2021 - em andamento). Mestre em Comunicação e Práticas de Consumo (2016) e graduado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela ESPM (2012).

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Publicado

2022-08-16

Como Citar

Perencin Tondato, M., Lopes Fraga, L., & Giuliboni Nemr Coelho, P. (2022). O Mito do vigilante: performatização política no Instagram durante a pandemia. Esferas, 1(24), 326-350. https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13809

Edição

Seção

Mito e Comunicação Digital