Mito do complô: embates de sentido na circulação de boatos sobre fraude eleitoral

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13817

Resumo

Este artigo apresenta um estudo de caso, em andamento, sobre os imaginários que emergem da circulação de boatos sobre fraude eleitoral, bem como as disputas de sentido que engendram. A partir da análise de microtextos publicados no Twitter, localizamos elementos que ajudam a conferir verossimilhança aos boatos, entre eles, fragmentos míticos e fórmulas arquetípicas. A discussão teórica tem base nas teses de Jung e Durand, em diálogo com pesquisadores da Comunicação e da História. 

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Biografia do Autor

Ana Paula Rosa, Unisinos

Ana Paula da Rosa é jornalista, doutora em Ciências da Comunicação (UNISINOS). Atualmente é professora e pesquisadora na linha de Midiatização e Processos Sociais no PPG em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Líder do grupo de Pesquisa Laboratório de Circulação, Imagem e Midiatização (LACIM -CNPq).

Erica Cristina Verderio Bianco, Unisinos

Erica Cristina Verderio Bianco é doutoranda em Ciências da Comunicação na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e mestra em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná (2019). Integrante do grupo de pesquisa Lacim (Unisinos). É graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2006).

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Publicado

2022-08-16

Como Citar

Rosa, A. P., & Bianco, E. C. V. . (2022). Mito do complô: embates de sentido na circulação de boatos sobre fraude eleitoral. Esferas, 1(24), 351-369. https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13817

Edição

Seção

Mito e Comunicação Digital