A Iconomia dos games: o mito da infância eterna e a privatização do imaginário no capitalismo lúdico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13822

Resumo

Neste artigo, desenvolve-se uma reflexão a partir da ideia de um ludo-capitalismo enquanto máquina de organização do medo da morte e da libido posta a serviço da concentração de capitais e domesticação do imaginário. Crise de imagem, gamificação da infância, plataformização são pensadas à luz da ideia de uma “história da revolução digital”. Conclui-sem que no centro da transformação digital está a emergência da dimensão “lúdica” da existência como sinal privilegiado da nossa dimensão humana.

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Biografia do Autor

Gilson Schwartz, Universidade de São Paulo

Economista, sociólogo e jornalista, professor livre-docente do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Presidente da rede Games for Change América Latina e autor de “Brinco, Logo Aprendo” (Editora Paulus, São Paulo, 2016).

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Publicado

2022-08-16

Como Citar

Schwartz, G. (2022). A Iconomia dos games: o mito da infância eterna e a privatização do imaginário no capitalismo lúdico. Esferas, 1(24), 123-143. https://doi.org/10.31501/esf.v1i24.13822

Edição

Seção

Mito e Comunicação Digital