Encruzilhadas e espaços-seguros da mulher negra em “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i27.14385

Palavras-chave:

Encruzilhada, Espaço Seguro, Autodefinição, Álbum-visual, Luedji Luna

Resumo

Este trabalho realiza uma análise das dimensões de um feminino negro no álbum “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água” da cantora Luedji Luna, a partir dos conceitos de Encruzilhada (Martins, 2021) e de Espaços Seguros (Collins, 2019). As análises tomam as imagens das faixas “Chororô”, “Ain’t I a Woman?” e “Lençóis” para discutir os processos de autodefinição (Collins, 2019) manifestados pelo corpo da artista, que aciona encruzilhadas-fêmeas no seu transitar pelo tempo e pelo espaço.

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Biografia do Autor

Barbara Lima, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Jornalista, Mestre e Doutoranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG). Pesquisadora do Temporona: Coletivo de Ações em Temporalidades e Narrativas (UFMG).

Josué Gomes, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Jornalista, Mestre e Doutorando em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG). 

Maria Gislene Carvalho Fonseca, Universidade Federal do Maranhão - UFMA

Professora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão. Colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto. Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais.

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Publicado

2023-08-26

Como Citar

Lima, B., Gomes, J., & Carvalho Fonseca, M. G. (2023). Encruzilhadas e espaços-seguros da mulher negra em “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”. Esferas, 1(27), 1–22. https://doi.org/10.31501/esf.v1i27.14385

Edição

Seção

Comunicação, Gêneros e Sexualidades