As ficcionalidades da forma da Terra

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i32.15493

Resumo

O artigo discute a natureza ficcional da forma da Terra, essencial para a Cartografia de referência. Com base na filosofia de C. S. Peirce, analisa a relação entre realidade e ficção, argumentando que modelos como esfera, elipsoide e geoide, embora ficcionais, possibilitam intervenções práticas no território. Destaca a construção semiótica e fenomenológica dessas formas, explorando suas implicações na Geodésia e na Cartografia como ferramentas operativas da realidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Estevão Pastori Garbin, UNESPAR/Professor Adjunto

Possui graduação em Geografia (Bacharelado e Licenciatura) pela Universidade Estadual de Maringá (2009-2013), com período sanduíche na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (2012-2013). Possui mestrado em Geografia pela Universidade Estadual de Maringá (2014-2016) com financiamento do CNPq. É doutor em Geografia pela Universidade Estadual de Maringá (2016-2020), com financiamento da CAPES. Tem experiência no ensino de Geografia na Educação Básica e no Ensino Superior. Atualmente é Professor Adjunto A do Colegiado de Geografia da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), campus de Paranavaí. Atua principalmente nos seguintes temas: Cartografia, Semiótica de C.S. Peirce e diagnóstico socioterritorial. Tem interesse em estudos sobre as diversas formas de semiose no/do espaço geográfico.

Downloads

Publicado

2025-05-01

Como Citar

Pastori Garbin, E. (2025). As ficcionalidades da forma da Terra. Esferas, 1(32). https://doi.org/10.31501/esf.v1i32.15493

Edição

Seção

Dossiê Semiótica, Cognição e Comunicação