As casas indígenas em Universidades e a descolonização dos currículos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15569

Resumo

Este artigo analisa como a presença de Casas Indígenas em universidades públicas brasileiras fomentam estratégias de descolonização curricular, tomando como estudo a Casa de Culturas Indígenas (USP) e a Casa dos Saberes Ancestrais (Unicamp). Os resultados evidenciam que a principal estratégia promovida pela construção de edificações no interior dos campi é o fomento a diálogos interculturais entre saberes indígenas e científicos.

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Biografia do Autor

Vitor Miranda Ciochetti, Faculdade de Educação USP/ Estudante de Doutorado

Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2021), atualmente é estudante de Doutorado em Educação (USP). Desde 2021, é membro do Grupo de Pesquisa sobre educação, relações étnicos-raciais, gênero e religião - Fateliku. Desde 2022, é membro da Rede de Atenção à Pessoa Indígena, do Instituto de Psicologia da USP.

Paula Gabrielly Rasia Lira, Universidade de São Paulo

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Estadual da Paraíba (2014), mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Pernambuco (2017), e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo (2022). Atua principalmente nos seguintes temas: Desenvolvimento Humano, Interação Social, Brincadeira, Psicoetologia.

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Publicado

2025-12-23

Como Citar

Miranda Ciochetti, V., & Gabrielly Rasia Lira, P. . (2025). As casas indígenas em Universidades e a descolonização dos currículos. Esferas, (34). https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15569

Edição

Seção

Dossiê Comunicação e Pensamento Indígena