Colonialidade algorítmica e insurgência indígena: dados, território e cosmopolíticas na Amazônia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15818

Resumo

O artigo analisa, sob perspectiva crítica, como a governança algorítmica afeta territórios indígenas na Amazônia. Com base em revisão teórica e análise documental, revela que práticas digitais reforçam lógicas coloniais, mas também surgem resistências por meio de contra-mapeamentos e protocolos de dados indígenas. Conclui-se que a soberania informacional exige governança baseada em ética relacional.

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Biografia do Autor

Tiago Negrão Andrade, FAAC/UNESP

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologia da FAAC – Universidade Estadual Paulista (Unesp). Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela Universidade de Sorocaba (Uniso).

Maria Cristina Gobbi, FAAC / Unesp

Pesquisadora Livre-Docente em História da Comunicação e da Cultura Midiática pela UNESP pela Unesp. Chefa no Departamento de Jornalismo e professora dos cursos de Graduação e de Pós-Graduação da mesma instituição. Bolsista de Produtividade do CNPq e Bolsista Fapesp (Processo 22/08397-6). Diretora Administrativa da ALAIC. Integra o INCT Caleidoscópio.

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Publicado

2025-12-23

Como Citar

Andrade, T. N., & Gobbi, M. C. . (2025). Colonialidade algorítmica e insurgência indígena: dados, território e cosmopolíticas na Amazônia. Esferas, (34). https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15818

Edição

Seção

Dossiê Comunicação e Pensamento Indígena