Política encorpada: identidades eleitorais de indígenas mulheres no Instagram

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15882

Resumo

Este artigo analisa como as identidades eleitorais das quatro candidatas eleitas autodeclaradas indígenas foram performadas nos seus perfis no Instagram durante a Campanha de 2022. Investiga-se a centralidade da corporalidade na constituição de suas identidades na relação com pares e projetos políticos. Ao tensionar o paradigma da política desencorpada, as campanhas revelam disputas epistemológicas, estéticas e ideológicas em torno da presença ameríndia no campo político-institucional.

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Biografia do Autor

Nicoli Tassis, Universidade Federal de Uberlândia

Nicoli Tassis é doutora e mestre em Comunicação e Sociabilidade Contemporânea pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG). Tem formação em Comunicação Social, nas habilitações Jornalismo e Publicidade & Propaganda e MBA em Marketing e Inteligência de Mercado. Atualmente, é professora adjunta da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde atua como docente no curso de graduação em Jornalismo (FACED/UFU), no Programa de Pós-graduação em Estudos Literários (PPGELIT/UFU) e no Programa de Pós-graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação (PPGCE/UFU). É coordenadora do Narra - Grupo de Pesquisa em Narrativa, Cultura e Temporalidade.

Jussara Maia, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Jussara Peixoto Maia é doutora pela Universidade Federal da Bahia (PósCom) e é graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo também pela Universidade Federal da Bahia. Realizou Pós -doutorados na Universidade Federal de Minas Gerais e na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É professora associada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. É professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM -UFRB). É coordenadora do COMUM - Grupo de Pesquisa e Extensão em Comunicação, Mídias e Narrativas de Mudança Cultural.

Denise Prado, Universidade Federal de Ouro Preto

Denise Figueiredo Barros do Prado é doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG) e é graduada em Comunicação Social, pela mesma instituição. Realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professora associada da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), onde atua como docente no curso de graduação em Jornalismo (DEJOR/UFOP) e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFOP). É coordenadora do Grupo de Pesquisa em Mídia e Interações Sociais – GIRO.

Daniela Matos, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Daniela Matos é doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG) e é graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal da Bahia. Realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense (UFRJ). É professora associada da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), no Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL). É professora permanente no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFRB). É coordenadora do COMUM- Grupo de Pesquisa e Extensão em Comunicação, Mídias e Narrativas de Mudança Cultual e do GEPJUV- Grupo de Estudos e Pesquisas em Juventudes.

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Publicado

2025-12-23

Como Citar

Tassis, N., Maia, J., Prado, D., & Matos, D. (2025). Política encorpada: identidades eleitorais de indígenas mulheres no Instagram. Esferas, (34). https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15882

Edição

Seção

Dossiê Comunicação e Pensamento Indígena