Resistência na ‘sociedade de controle’: jornalismo alternativo e novas linguagens

Autores

  • Marcos Paulo da Silva Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
  • Thiago Pinto de Andrade Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i5.5330

Resumo

A internet favoreceu o uso de novas linguagens na produção jornalística e permitiu que veículos de jornalismo alternativo tivessem maior alcance. O presente artigo analisa as reportagens “Meninas em jogo”, da Agência Pública; e “Moendo gente”, da Repórter Brasil, com o objetivo de demonstrar maneiras distintas do uso da tecnologia na narrativa jornalística, sobretudo naqueles veículos que buscam resistir à hegemonia vigente na “sociedade de controle” (DELEUZE, 2013).

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Biografia do Autor

Marcos Paulo da Silva, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Professor do Curso de Jornalismo e do Mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Doutor em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), com estágio de doutorado-sanduíche pela Newhouse School of Public Communications - Syracuse University (Syracuse, New York, Estados Unidos).

Thiago Pinto de Andrade, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Mestrando em Comunicação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e bolsista CAPES. Graduado em Jornalismo pela Universidade Católica Dom Bosco.

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Publicado

2015-03-17

Como Citar

da Silva, M. P., & Andrade, T. P. de. (2015). Resistência na ‘sociedade de controle’: jornalismo alternativo e novas linguagens. Esferas, (5). https://doi.org/10.31501/esf.v0i5.5330

Edição

Seção

Dossiê Comunicação Digital