Arte e política: do espectador universal à passividade da mulher que assiste

Ana Catarina Pereira

Resumo


O início de uma relação formal entre estudos de género e cinema situa-se historicamente na década de 70, quando uma segunda vaga de movimentos feministas denuncia as desigualdades iniciadas na esfera privada com repercussão na esfera pública (“o pessoal é político” seria um dos slogans mais pronunciados, à época). No contexto referido, diversas cineastas e pesquisadoras de estudos fílmicos procuram aplicar os princípios à sua área de estudo. Se o cinema constituía um meio de comunicação de massas, a forma como suportava a manutenção de determinados preconceitos e estereótipos representava um mecanismo de repressão da identidade feminina.

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DOI: http://dx.doi.org/10.31501/esf.v0i5.5682

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E-ISSN 2446-6190

REVISTA B2 (Qualis CAPES 2015)