Imagens, Imaginários e Representações no Movimento de Vídeo Popular

Autores

  • Gabriel de Barcelos Sotomaior Unicamp

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i7.6957

Resumo

Nos anos 1980, nasce o movimento de vídeo popular brasileiro e a Associação Brasileira de Vídeo Popular (ABVP), em meio ao ascenso das lutas sociais do período. Duas décadas mais tarde, realizadores ligados a movimentos sociais e coletivos culturais da periferia se organizam em São Paulo, formando o Coletivo de Vídeo Popular, um “coletivo dos coletivos”. Este artigo tem como objetivo refletir sobre o novo movimento surgido nesta articulação, assim como o contexto histórico de seu surgimento e, também, sobre os debates e críticas propostos pelos integrantes, que dizem respeito a temas como a política das representações, os modos de produção e a busca por identidade e autonomia. Por fim, analisaremos o documentário Videolência, do coletivo NCA, que sintetiza, em seu discurso e linguagem, muitos dos debates do Coletivo de Vídeo Popular.

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Biografia do Autor

Gabriel de Barcelos Sotomaior, Unicamp

Possui mestrado e doutorado em Multimeios, pela Unicamp e graduação em Comunicação Social (Jornalismo) pela UFJF.

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Publicado

2016-05-18 — Atualizado em 2022-07-04

Versões

Como Citar

Sotomaior, G. de B. (2022). Imagens, Imaginários e Representações no Movimento de Vídeo Popular. Esferas, 2(7). https://doi.org/10.31501/esf.v2i7.6957 (Original work published 18º de maio de 2016)

Edição

Seção

Dossiê Movimentos Insurgentes