Arzach e o despontar da narrativa gráfica silenciosa

Autores

  • Ciro Inácio Marcondes

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i9.8774

Resumo

Entre 1975 e 1976, o quadrinista Moebius (Jean Giraud) lançou uma história que, pode-se dizer, revolucionaria as histórias em quadrinhos. Totalmente “silenciosa”, sem inferências gráficas a textos e sem falas, Arzach investia em um universo profundamente onírico e que realizava um aproveitamento máximo da imagem muda para desenvolver um sofisticado sistema de declinação icônica. A partir de autores como Barthes, Groensteen e Chion, além de uma comparação com o cinema silencioso, procuramos neste artigo pensar os efeitos da ausência quase total da palavra escrita em Arzach e seus desdobramentos para uma etiologia dos quadrinhos mudos.

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Biografia do Autor

Ciro Inácio Marcondes

Doutor em Comunicação (UFPE) e professor da Universidade Católica de Brasília.

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Publicado

2017-10-25

Como Citar

Marcondes, C. I. (2017). Arzach e o despontar da narrativa gráfica silenciosa. Esferas, (9). https://doi.org/10.31501/esf.v0i9.8774

Edição

Seção

Dossiê Comunicação e Quadrinhos