ESTRUTURA DE TREINAMENTO AUTORRELATADA POR ATLETAS DE FISICULTURISMO AMADOR BRASILEIRO – ESTUDO EXPLORATÓRIO

Autores

  • Charles Ricardo Lopes
  • Rafael Sakai Zaroni
  • Enrico Gori Soares Universidade Nove de Julho
  • Felipe Alves Brigatto
  • Jonato Prestes
  • Paulo Henrique Marchetti
  • Julio Benvenutti
  • Alexandre Lopes Evangelista
  • Moisés Germano
  • Cauê La Scala Teixeira
  • Marcelo Saldanha Aoki
  • Walter Krause Neto

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v34i1.16050

Resumo

Introdução: Atletas de fisiculturismo utilizam o treinamento de força (TF) para maximizar a hipertrofia muscular, seguindo padrões competitivos avaliados por critérios como proporção, simetria, definição e condicionamento. No entanto, há lacunas no conhecimento sobre as especificidades do TF voltado ao fisiculturismo competitivo. Objetivo: Investigar através de entrevistas a organização metodológica do treinamento de fisiculturistas amadores brasileiros de ambos os sexos. Métodos: Participaram da pesquisa 29 fisiculturistas amadores, sendo 17 atletas masculinos e 12 femininos. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado. Resultados: Foi observado que a maioria dos atletas utilizam programas periodizados (96%), acompanham uma planilha de treinamento (51%) e fazem alterações após um mês ou mais de treinamento (72%). Em relação às características do treinamento, a maioria dos respondentes reportou que realizam 5 sessões na semana (65%), orientam as sessões por grupo muscular (48%), realizam 8-12 repetições no período off-season (86%), mais de 12 repetições na fase pre-contest (82%) e não controlam o intervalo de recuperação entre as séries (86%). Conclusão: No geral, os resultados indicam que a organização metodológica do treinamento de fisiculturistas amadores brasileiros segue em sua maioria as práticas recomendadas pela literatura científica.

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Publicado

2026-05-07

Edição

Seção

Artigo Original