INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES JOVENS PRATICANTES DE EXERCÍCIO FÍSICO - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v22n3p105-110

Autores

  • Lislei Jorge Patrizzi UFTM
  • Dayane Aparecida Viana UFTM
  • Lilane Maria Alves Silva UFTM
  • Maycon Sousa Pegorari UFTM

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v22i3.4185

Resumo

RESUMO: Verificar o autorrelato de incontinência urinária em mulheres jovens nulíparas e nuligestas de acordo com as modalidades de exercício físico. A pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade de Franca (UNIFRAN), sob o protocolo de nº 61/2008. Trata-se de estudo quantitativo, descritivo, transversal. Realizado com 108 mulheres do município de Franca-SP praticantes de exercícios físicos, sendo criados três grupos, a saber: G1 musculação, G2 exercício aeróbico e G3 natação. A coleta dos dados procedeu-se nas academias do referido município. Utilizou-se questionário estruturado e as análises procederam por meio de frequências absolutas (n), relativas (%), medidas de centralidade (média) e dispersão (desvio padrão). Aplicou-se o Teste de Proporção entre os grupos com nível de significância estabelecido em 5% (p<0,05). Os resultados indicam que a média de idade encontrada entre as participantes foi de 23,9 anos e o percentual de autorrelato de incontinência urinária entre as entrevistadas foi de 42,5%. Evidenciaram-se maiores queixas de perdas urinárias no G1 quando comparado com o G3 apresentando significância estatística de p=0,01. Os resultados sugerem maior proporção entre G1 quando comparado com G2 (p=0,09) e G2 quando comparado com G3 (p=0,12). Foi visto que a IU está presente nas mulheres em grande percentual nas diferentes modalidades esportivas, com associação significativa na musculação (p=0,01). Desta forma é necessário enfatizar que os profissionais que atuam nessa área devem elaborar melhores estratégias de orientação às mulheres durante a execução do exercício físico, esclarecendo o risco de ocorrência de incontinência urinária. Além disso, a prevenção da IU reduz gastos particulares e até mesmo do governo com internações e medicações.

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Biografia do Autor

Lislei Jorge Patrizzi, UFTM

Fisioterapeuta. Professora (Adjunto II) do Curso de Fisioterapia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Dayane Aparecida Viana, UFTM

Fisioterapeuta. Mestranda em Atenção a Saúde da UFTM

Lilane Maria Alves Silva, UFTM

Fisioterapeuta. Mestranda em Atenção a Saúde da UFTM

Maycon Sousa Pegorari, UFTM

Fisioterapeuta. Mestrando em Atenção a Saúde da UFTM

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Publicado

2014-09-12

Edição

Seção

Artigo Original