APTIDÃO FÍSICA DE IDOSAS NO TREINAMENTO DE FORÇA EM ACADEMIA, EM PRAÇAS E INSTITUCIONALIZADAS DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n4p15-22

Autores

  • Alessandro de Oliveira Silva Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Darlan Lopes Farias Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Silvana Schwerz Funghetto Universidade de Brasília - UNB
  • Márcio Rabelo Mota Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Renata Aparecida Elias Dantas Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Jéssica Caroline da Silva Borges Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Marina Morato Stival Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Dahan da Cunha Nascimento Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
  • Jonato Prestes Universidade Católica de Brasília - UCB

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v23i4.5151

Resumo

DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n4p15-22 O envelhecimento é um processo fisiológico, que atinge todos os indivíduos e expressa o declínio de determinadas capacidades ao logo do tempo. O objetivo deste estudo foi comparar a aptidão física de mulheres idosas praticantes de treinamento de força em academias, praticantes de exercícios físicos em praças institucionalizadas e sedentárias. Participaram do presente estudo 122 mulheres idosas (68 ± 6,3 anos). As participantes foram classificadas de acordo com a atividade que praticavam. Todas foram submetidas aos testes desenvolvidos pela American Aliance For Health, Physical Education, Recreation and Dance (AAHPERD) de capacidade aeróbia (CA), agilidade e equilíbrio dinâmico (AGIL), resistência e força (RESIFOR), sentar e alcançar para flexibilidade (FLEX) e força de preensão manual (FPM). Os testes RESIFOR, CA e AGIL apresentaram diferença significativa somente de G3, comparado a G1 e G2. Enquanto que para FLEX, G1 apresentou melhores níveis significativos de Flexibilidade comparados a G2 e G3. E a FPM também foi significativamente maior para G1, comparados a G2 e G3. As mulheres idosas praticantes de treinamento de força em academia demonstraram ter melhor aptidão física do que mulheres idosas praticantes de exercícios em praças institucionalizadas e mulheres idosas sedentárias residentes em asilos

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Biografia do Autor

Darlan Lopes Farias, Centro Universitário de Brasília - UniCEUB

DOUTORADO E MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

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Publicado

2015-06-27

Edição

Seção

Artigo Original