CONFLITOS ENTRE A ORIENTAÇÃO SEXUAL E A ORIENTAÇÃO DE GÊNERO NA IDENTIDADE DE ATLETAS PROFISSIONAIS DE VOLEIBOL: A PERCEPÇÃO DE ATLETAS HOMOSSEXUAIS

Autores/as

  • Helton Pereira De Carvalho Universidade do Estado de Santa Catarina
  • Fernando Roberto De Oliveira Universidade Federal de Lavras
  • Tânia Mara Vieira Sampaio Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – Campus Luziânia
  • Elisa Pinheiro Ferrari Universidade do Estado de Santa Catarina
  • Fernando Luiz Cardoso Universidade do Estado de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i2.6565

Palabras clave:

direito de voto, recuperação de empresas, análise econômica do direito, cram down

Resumen

Objetivou-se neste estudo descrever, relatar e analisar a autopercepção de comportamentos de atletas homossexuais inseridos no voleibol, assim como, observar quais foram as percepções deles sobre a identidade sexual dentro do esporte, e casos de preconceito e discriminação sofridos por eles que tenham dificultado a carreira esportiva. Participaram quatro atletas homossexuais, masculinos, profissionais de voleibol do sudeste do Brasil. Esses responderam a uma entrevista semiestruturada, em que os dados passaram por análise de discurso. Eles acreditaram que o voleibol tolera atletas homossexuais, desde que mantenham sua orientação de gênero supostamente adequada e relataram alguns casos de preconceito, entre torcedores, técnicos e outros atletas homossexuais. Como limitação para este estudo, observou-se a resistência dos atletas homossexuais em discutir sobre o tema. Concluiu-se que a orientação sexual homossexual discreta é mais tolerável do que uma orientação de gênero feminina em termos de identidade atlética neste ambiente esportivo. Percebeu-se pelas falas dos atletas que uma orientação de gênero cruzada faz com que as habilidades técnicas e táticas sejam desconsideras.

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Biografía del autor/a

Helton Pereira De Carvalho, Universidade do Estado de Santa Catarina

Professor Bacharel em Educação Física pela Universidade Federal de Lavras - UFLA, Mestrando em Ciências do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.

Fernando Roberto De Oliveira, Universidade Federal de Lavras

Professor Doutor do Curso de Graduação em Educação Física(Licenciatura/Bacharelado) do Departamento de Educação Física - DEF, da Universidade Federal de Lavras - UFLA.

Tânia Mara Vieira Sampaio, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – Campus Luziânia

Professora Doutora no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – Campus Luziânia

Elisa Pinheiro Ferrari, Universidade do Estado de Santa Catarina

Professora Doutora em Ciências do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC.

Fernando Luiz Cardoso, Universidade do Estado de Santa Catarina

Professor Doutor do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC.

Publicado

2017-08-11

Número

Sección

Artigo Original