O impacto da pandemia de Covid-19 no risco de liquidez de debêntures brasileiras

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Resumo

Este artigo tem por objetivo verificar se a incerteza associada à pandemia da covid-19 afetou o risco de liquidez das debêntures brasileiras no mercado secundário. Foi utilizado o indicador EMVID (Infectious Disease Equity Market Volatility Tracker) como variável para medir a incerteza associada a pandemia e o spread de compra e venda para representar o risco de liquidez. Os resultados mostraram que a incerteza gerada pela pandemia impactou o risco de liquidez das debêntures no mercado secundário. Dois resultados inovadores frente à literatura existente foram obtidos: o primeiro é que há indícios de que o benefício fiscal para as debêntures incentivadas seja um fator redutor do risco de liquidez; e o segundo é que o tipo de remuneração do ativo também se mostrou relevante para a redução do risco de liquidez, com os ativos de remuneração DI percentual apresentando menor vulnerabilidade.

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Biografia do Autor

Gabriel de Almeida Aguiar, Universidade de São Paulo

Mestrando na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP)

Tabajara Pimenta Júnior, Universidade de São Paulo

Professor na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP)

Luiz Eduardo Gaio, Universidade Estadual de Campinas

Professor na Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FCA-UNICAMP)

Vinicius Medeiros Magnani, Universidade de São Paulo

Professor na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP)

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Publicado

2026-05-26

Edição

Seção

Artigos