Aspectos inovativos do Bitcoin, microestrutura de mercado e volatilidade de retornos

Autores

  • Bruno Ferreira Frascaroli Programa de Pós-Graduação em Economia - PPGE-UFPB
  • Thiago Carvalho Pinto Programa de Pós-Graduação em Economia - PPGE-UFPB

Resumo

A presente pesquisa buscou analisar aspectos conceituais, inovativos, mercadológicos e quantitativos do Bitcoin (BTC) e como os mesmos se traduzem na volatilidade dos seus retornos. Após expostos conceitos basilares sobre o BTC, moeda e moedas digitais buscou-se contextualizar o BTC como inovação financeira. Foi usada como amostra os retornos das cotações do BTC/US$, do período de 13 de setembro de 2011 a 23 de junho de 2015 e, como subamostra, o período a partir de 10 de março de 2013 a 23 de junho de 2015. A partir desses conjuntos de informações, estimou-se a volatilidade associada aos retornos no BTC fornecidos pelos modelos ARCH, GARCH, EGARCH e TARCH para testar qual deles se ajustaram melhor a esta trajetória. Os resultados apontaram existência de volatilidade persistente e que mostra, possivelmente, que esses retornos tiveram duas fases: primeiramente um momento de ‘euforia’ e depois de ‘convergência’ para a média da volatilidade.

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Biografia do Autor

Bruno Ferreira Frascaroli, Programa de Pós-Graduação em Economia - PPGE-UFPB

Doutor em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco, foi assessor técnico na Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (SEAE-MF) e atualmente é Professor Adjunto III do Departamento de Economia da Universidade Federal da Paraíba. Tem experiência como economista, com pesquisas publicadas empregando métodos e modelos matemáticos, econométricos e estatísticos aplicados na área de finanças, economia monetária, economia do setor público, inovações e áreas afins. Trabalha como orientador do Programa Agentes Locais de Inovação (ALI-CNPq) junto ao SEBRAE-PB, acompanhado o processo de inovação das micro e pequenas empresas no estado. Trabalha como pesquisador na área de Gestão Fazendária junto à Escola Superior de Administração Fazendária (ESAF) em Brasília. É vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Economia do Setor Público (PPESP-UFPB) e professor do quadro do Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGE-UFPB).

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Publicado

2016-12-10

Edição

Seção

Artigos