Governança corporativa e soberania pooular: Mecanismo de controle do poder do Estado na Sociedade e Economia

Autores/as

  • Florence Cronemberger Haret Haret Universidade de Marília
  • Daniel Barile da Silveira UNIMAR
  • Edmilson Pereira Alves UNIMAR

DOI:

https://doi.org/10.31501/ealr.v6i2.6299

Palabras clave:

Finanças municipais, Lei de responsabilidade fiscal, Modelo probit de dados em painel.

Resumen

O desenvolvimento tecnológico somado à rapidez no intercâmbio de informações transformou o mundo – jurídico e extrajurídico – em uma unidade social. Nesse sentido, a globalização tornou-se um verdadeiro paradigma, na medida em que se inaugurou uma nova maneira de se ver o mundo e entender a realidade. Se de um lado a complexidade da sociedade contemporânea passou a exigir postura multidisciplinar e interdisciplinar; de outro, a unidade instituída pela globalização requer o alcance de um resultado comum e integrado. Nesse contexto, a governança corporativa surgiu como modelo que responde de maneira adequada às demandas dos novos tempos, como mecanismo de compartilhar o poder e o controle dele decorrente, ambos coletivo e global. Como forma de realizar tal objetivo, reforçou-se a obediência aos princípios da transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. No Brasil, segundo o modelo do Estado Democrático de Direito optado pela CF/88, a governança corporativa também será aplicada aos Entes políticos. O povo, como fonte do poder soberano da nação, exercerá o controle mediante sua soberania popular sendo exercida mediante plebiscito, referendo e iniciativa popular. Contudo, esse mecanismo constitucional tem se mostrado frágil e inexiste a efetiva participação popular na construção e controle das decisões que orienta e constrói a sociedade brasileira. Outros mecanismos de exercício da soberania popular ainda não foram empregados no ordenamento jurídico pátrio, podendo fortalecer o desejado espírito de governança, tais como a revogação de mandato (recall) cujo objetivo é fomentar o senso de responsabilidade do eleito.

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Biografía del autor/a

Florence Cronemberger Haret Haret, Universidade de Marília

Doutora e Pós-doutoranda pela USP. Professora de mestrado da UNIMAR. Fundadora do Instituto de Direito Econômico Aplicado - IDEA.

Daniel Barile da Silveira, UNIMAR

Mestre e Doutor em Direito pela Universidade de Brasília (UnB). Professor do programa de  Mestrado da UNIMAR. 

Edmilson Pereira Alves, UNIMAR

Aluno do Mestrado em Direito da Universidade de Marília (UNIMAR).

Publicado

2016-02-22