Amar é suficiente? Afetos e gênero nas disputas por legitimidade e tradição em AmarElo – É tudo pra ontem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i27.14180

Palavras-chave:

Gênero, Afeto, Tradição

Resumo

Este artigo analisa as relações entre afetos, gênero e disputas por legitimidade e tradição em torno do documentário AmarElo – é tudo pra ontem, do rapper brasileiro Emicida, lançado em 2020.  Busca entender como o amor e os femininos criam tensão e expõem as dinâmicas heterogêneas através das quais o documentário aciona identidades de gênero, tecendo alianças afetivas, no seu percurso discursivo de legitimação e reconstrução narrativa em disputas por tradição.

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Biografia do Autor

Wendi Yu, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia

Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA. Bolsista de mestrado CNPQ.

Daniel Oliveira de Farias, Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia

Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA. Bolsista de doutorado CNPQ.

Itania Maria Mota Gomes, Universidade Federal da Bahia

Professora titular aposentada da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas, Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPQ.

Bruno Souza Leal, Universidade Federal de Minas Gerais

Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG. Bolsista de produtividade do CNPq. Doutor em Estudos Literários. 

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Publicado

2023-08-26

Como Citar

Yu, W., Oliveira de Farias, D., Maria Mota Gomes, I., & Souza Leal, B. (2023). Amar é suficiente? Afetos e gênero nas disputas por legitimidade e tradição em AmarElo – É tudo pra ontem. Esferas, 1(27), 1-30. https://doi.org/10.31501/esf.v1i27.14180

Edição

Seção

Comunicação, Gêneros e Sexualidades