Ao sul do corpo: abordagens não hegemônicas que abalam a masculinidade tóxica vigente
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.12144Keywords:
Atlética La Furia. Engenharias, UFVJM, Comunicação histórica, Atividades estudantisAbstract
Um dos fantasmas que assombram a masculinidade tóxica é o cu, ou o polo sul do corpo, que tem se apresentado como uma abertura profícua para refletir e reposicionar os papéis de gênero enrijecidos na estrutura social vigente. Dialogando com estudos de gênero, discutimos como representações anais dissidentes têm quebrado paradigmas sociais violentos/antidemocráticos, apontando relevantes caminhos de resistência às opressões de gênero protagonizadas por masculinidades tóxicas.Downloads
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Published
2020-11-23
How to Cite
Filho, V. de P. N. L., & Freitas, G. P. de. (2020). Ao sul do corpo: abordagens não hegemônicas que abalam a masculinidade tóxica vigente. Esferas, (18), 180. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.12144
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Artigos livres
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