Não se nasce feminista, torna-se: uma análise do filme As Sufragistas
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v0i19.12413Abstract
O artigo busca compreender como a protagonista do filme As Sufragistas é construída discursivamente pela narrativa enquanto feminista. A análise é mediada pelos estudos feministas e de gênero, de comunicação e pela análise de discurso de linha francesa. Buscamos entender o que leva Maud a mudar o seu posicionamento, o que deu força à personagem, e se existem semelhanças entre a época retratada no filme e a atualidade. Pressupomos que a obra mostra o movimento sufragista sob a ótica das mulheres, apontando para três formações discursivas: violência, estereótipos e sororidade.
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