Perder de vista ou enxergar mais longe: olhares sobre a alteridade nos documentários "Estamira" e "A pessoa é para o que nasce"
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v1i26.14263Abstract
A experiência do outro como vivência singular faz com que a presença dos sujeitos comuns seja uma tendência cada vez mais presente no documentário brasileiro. Há nisso uma implicação ética fundamental: se o documentário se engendra a partir do encontro entre uma instância que filma e outra que é filmada, como abordar histórias marcadas pela vulnerabilidade e pelo choque dos sujeitos com as instâncias de poder? Propomos uma análise dos documentários A pessoa é para o que nasce e Estamira.
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Copyright (c) 2023 Mariana Duccini Junqueira da Silva

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