Paisagens fantasma
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15962Abstract
O projeto Paisagens Fantasma toma a árvore de quina (Cinchona officinalis) e seu alcalóide, a quinina, como operadores conceituais que articulam memórias coloniais e espectros de violência em escala global. Saqueada das florestas andinas, a quina conectou América, Europa, África e Ásia em redes de extração, poder e resistência, originando o primeiro modelo de produção agroindustrial e, posteriormente, o primeiro cartel farmacêutico em escala global. Neste ensaio visual, apresentamos fragmentos de dois trabalhos que integram o projeto: 1. O curta experimental MA-QUINA, de Sebastian Wiedemann e Alexis Milonopoulos; 2. Artefatos roubados, um conjunto de imagens de espécies de quina doados anonimamente ao Centro de Malestares Tropicales, em um gesto típico do ativismo arquivístico.
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Copyright (c) 2025 Santiago Arcila, Juan Arturo García

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