Além do estereótipo: uma análise de Mãe Santinha, de O maior amor do mundo

Autores

  • Taíssa Dias da Silva Universidade Federal da Bahia
  • Sandra Straccialano Coelho Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11853

Palavras-chave:

seguro obrigatório de trânsito, DPVAT, política pública, regulação

Resumo

Neste trabalho analisamos a personagem Mãe Santinha do filme brasileiro O maior amor do mundo (Diegues, 2006) para refletir sobre os significados (re)produzidos sobre mães de santo a partir dela. Para isso, adotamos a interseccionalidade (Crenshaw, 1991; Akotirene, 2019) como sensibilidade analítica, assim como dialogamos com os estudos de recepção cinematográfica (Ferreira, 2017), para melhor compreensão dos contextos de representação e espectatorialidade que envolvem mulheres negras.

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Biografia do Autor

Taíssa Dias da Silva, Universidade Federal da Bahia

Jornalista graduada pela Universidade de Brasília (UnB), mestranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia (PósCom/UFBA) como bolsista da CAPES.

Sandra Straccialano Coelho, Universidade Federal da Bahia

Doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas e professora permanente do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia (PósCom/UFBA) – PNPD/CAPES.

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Publicado

2020-11-23

Como Citar

Silva, T. D. da, & Coelho, S. S. (2020). Além do estereótipo: uma análise de Mãe Santinha, de O maior amor do mundo. Esferas, (18), 121. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11853

Edição

Seção

Dossiê Comunicação, Interseccionalidade e a Promoção da Igualdade Étnico-Racial