A virada performativa no cinema de Jacques Rivette: notas sobre L’Amour fou (1968)

Autores

  • Maria Leite Chiaretti Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i20.12359

Resumo

O artigo discute o terceiro longa metragem de Jacques Rivette, L’Amour fou (1968), atentando para a mudança que ele inaugura no seu método de filmagem, estabelecendo uma nova relação entre o cinema e o teatro. Ao conjugar elementos do cinema direto, do happening e da performance, o filme marca um ponto de inflexão na obra do cineasta, e acaba construindo uma teatralidade própria do cinema.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Maria Leite Chiaretti, Universidade de São Paulo

Doutora pelo programa de pós-graduação em meios e processos audiovisuais (ECA - USP)

Downloads

Publicado

2021-06-04

Como Citar

Chiaretti, M. L. (2021). A virada performativa no cinema de Jacques Rivette: notas sobre L’Amour fou (1968). Esferas, (20), 115–132. https://doi.org/10.31501/esf.v0i20.12359

Edição

Seção

Comunicação e as performances da cultura