Entre a corporeidade e o arquivo na narrativa fotográfica de Eustáquio Neves

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i28.14686

Resumo

Neste artigo se analisa as séries Máscaras da Punição (2003-2004), Boa Aparência (2005) e Retrato Falado (2019) do artista e fotógrafo Eustáquio Neves enquanto reencenação e fabulação crítica (Hartman, 2022) sobre os apagamentos e silenciamentos impostos à população negra no Brasil à luz do pensamento de Martins (2021), Foucault (2008) e Derrida (2001) sobre o arquivo.

 

 

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Biografia do Autor

Caroline Vieira Sant'Anna, Universidade Federal da Bahia

Doutoranda em História e Teoria da Arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Mestre em Cultura e Sociedade pelo Programa Multidisciplinar e Cultura e Sociedade, POSCULT (UFBA). Jornalista pela Universidade Federal da Bahia. Pesquisa a imagem em seus entrelaçamentos entre a comunicação e as artes.

Inés Martins, Universitat Oberta de Catalunya

Doutora em Psicologia da Comunicação pela Universidade Autónoma de Barcelona (UAB). Professora dos Estudos de Ciências da Informação e Comunicação da Universitat Oberta de Catalunya e membro do grupo de pesquisa NODES. Realizou pós-doutorado na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, Brasil. Os seus principais interesses de investigação são a comunicação visual, semiótica e análise do discurso aplicada ao campo do design, fotografia, cinema e publicidade.

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Publicado

2023-12-26

Como Citar

Sant’Anna, C. V., & Martins, I. (2023). Entre a corporeidade e o arquivo na narrativa fotográfica de Eustáquio Neves. Esferas, 1(28). https://doi.org/10.31501/esf.v1i28.14686

Edição

Seção

Pensamentos comunicacionais afrodiaspóricos