Inteligência artificial no jornalismo: Aspectos cognitivos da ética jornalística

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i32.15579

Resumo

O objetivo do artigo é pensar o uso da inteligência artificial no jornalismo, sob a perspectiva dos aspectos cognitivos exigidos na atividade. O artigo é baseado nas teorias da informação de Shannon e de Bateson, na teoria cognitiva de Baars e na filosofia de Peirce. Como resultado, tem-se uma abordagem inovadora e mais aprofundada das relações entre o jornalismo e a inteligência artificial, demonstrando que a tecnologia é apenas mais uma ferramenta, não uma substituta.

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Biografia do Autor

Daniele Fernandes, PUC-SP

Pós-doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUC-SP), mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e graduação em Arquitetura e Urbanismo (UNESP). Desenvolve pesquisa sobre a relação entre filosofia, comunicação, design e tecnologia. Trabalha na área de design e desenvolvimento de produtos, softwares e sistemas.

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Publicado

2025-05-01

Como Citar

Fernandes, D. (2025). Inteligência artificial no jornalismo: Aspectos cognitivos da ética jornalística. Esferas, 1(32). https://doi.org/10.31501/esf.v1i32.15579

Edição

Seção

Dossiê Semiótica, Cognição e Comunicação