Fugere mundi: Corpos exbitantes no tempo das catástrofes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16996

Resumo

O artigo discute a noção de exbitante, cunhada por Tim Ingold, articulando-a às crises ecossistêmicas contemporâneas. Após apresentar diferentes marcos dos estudos do antropoceno, propõe uma definição ampliada de globalização como fundamento da exbitância. Argumenta que a exbitalidade, marcada por tendências de interiorização e desrespo

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Biografia do Autor

Alex Galeno, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Possui graduação em Geografia Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1989), mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1996) e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002). Pós-Doutorado pela ECA-USP (2015), Pós-Doutorado pela UnB (2021). Atualmente é professor na Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Jadson Maia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN

Doutor em Ciências Sociais e Mestre em Estudos da Mídia, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente, é coordenador adjunto do grupo de pesquisa Marginália - Estudos Transdisciplinares em Comunicação e Cultura da UFRN.

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Publicado

2026-08-28

Como Citar

Guedes Brigante, G., Galeno Araújo Dantas, A., & Silva Maia, F. J. (2026). Fugere mundi: Corpos exbitantes no tempo das catástrofes. Esferas, 2(36). https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16996