RESPOSTAS PERCEPTIVAS FRENTE ÀS DIFERENTES ALTERNÂNCIAS DO EXERCÍCIO COMBINADO EM JOVENS ATLETAS DE JIU-JITSU - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v22n3p76-81

Autores

  • Rafaello Pinheiro Mazzoccante Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Ioranny Raquel Castro de Sousa Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Ricardo Yukio Asano Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista
  • Rafael Costa Sotero Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Raiane Maiara dos Santos Pereira Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Carmen Sílvia Grubert Campbell Universidade Católica de Brasília image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v22i3.4756

Resumo

O objetivo do presente estudo foi verificar a resposta de PSE de jovens atletas de jiu-jitsu frente a diferentes ordens de aplicação do EA e ER combinados. Para isso a amostra foi composta por dez homens saudáveis (22.6 ± 3.7 anos; 70.3 ± 5.8kg; 175.9 ± 5.8 cm), após serem avaliados para aptidão aeróbia (limiar anaeróbio-LA) e força (12 repetições máximas–RM´s), participaram em dias distintos de 4 sessões experimentais, sendo: 1) Aeróbio+resistido (AR); 2) Resistido+aeróbio (RA); 3) Circuito concorrente EA/ER alternados (CC); 4) Controle (CO). As sessões tiveram a mesma duração e intensidades, sendo EA: 15min a 90%LA e ER: 15min a 90%-12RM´s com 12-rep (6 exercícios). A PSE durante o EA foi mensurada aos 5, 10 e 15 minutos, na sessão CC foi mensurada a cada 3 minutos e durante o ER foi mensurada após cada exercício em cada série. Foi utilizada a escala de Borg para o EA e a escala de OMIN para o ER. A PSE foi distinta entre as sessões experimentais em relação a sessão RA (13.1 ± 2.3; 15.7 ± 2.9, p<0,001) aos 5 minutos para AR (9.4 ± 1.6, p<0,001) e CC (9.1 ± 1.3) e aos 15 minutos somente para a sessão AR (13 ± 2.4, p<0,001) e no ER a PSE foi distinta intra sessões AR (8.0 ± 1.4; 6.9 ± 1.1, p<0,005) e na sessão RA (6.5 ± 1.4; 5.4 ± 1.3, p<0,005) em dois exercícios (puxada e leg press) (p<0,005) respectivamente. Portanto, a ordem de aplicação do exercício combinado na mesma sessão de exercício físico, altera as respostas de PSE no EA e ER em jovens atletas adultos. Palavras-chave: Percepção Subjetiva de Esforço; Atletas de Jiu-jitsu; Exercício aeróbio; Exercício resistido.

Biografia do Autor

  • Rafaello Pinheiro Mazzoccante, Universidade Católica de Brasília
    Graduado e Licenciado em Educação Física (2011) pela Universidade Católica de Brasília. Integrante do grupo de estudos de Desempenho Humano e das Respostas Fisiológicas ao Exercício. Atualmente cursando Mestrado em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília.
  • Ioranny Raquel Castro de Sousa, Universidade Católica de Brasília
    Estudante de Mestrando em Educação Fisica pela Universidade Católica de Brasília (Bolsista PROSUP/CAPES). Licenciada e graduada em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília (Bolsista Prouni). Atualmente, atuante em pesquisas relacionadas Atividade Física, Fisiologia do Exercício, Saúde, Educação, Lazer e Gênero e Esporte e Gênero. Integrante dos Projetos de Pesquisa/Extensão intitulado (Projeto Gênero, Esporte, Lazer, Saúde e Sociedade; Lazer e Cidadania: Processo Educativo e Capacitação de Animadoras Sócio-Culturais) financiados pelo CNPq.
  • Ricardo Yukio Asano, Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista
    Doutor em Educação Física, Saúde e Desempenho Humano – Universidade Católica de Brasília.
  • Rafael Costa Sotero, Universidade Católica de Brasília
    Graduado (Pibic-CNPq) em Educação Física - Universidade Católica de Brasília (UCB). Mestre (CAPES) em Educação Física - UCB. Doutorando em Educação Física - UCB. Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB) Professor Assessor da Graduação e Pós Graduação Stricto Sensu em Educação Física (UCB) Pesquisador do Lab. de Educação Física e Treinamento (LAFIT-UCB), atuando nas áreas de fisiologia do exercício, biologia celular e molecular, Avaliação Funcional e Crescimento e Desenvolvimento Humano. Membro do Grupo de Estudo do Desempenho Humano e das Respostas Fisiológicas ao Exercício (UCB). Revisor de periódicos nacionais e internacionais.
  • Raiane Maiara dos Santos Pereira, Universidade Católica de Brasília
    Possui graduação em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília (2012). Atualmente, é mestranda (Bolsista CAPES) do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Católica de Brasília, com linha de pesquisa relacionada à Saúde da Criança, com ênfase em: 1- Mudança de hábitos, principalmente elevação do nível de atividade física e 2- Benefícios da atividade física nas funções cognitivas. Também, é integrante do Grupo de Estudos dos Benefícios do Exercício Físico para Saúde Infantil (GEBEXFISI) coordenado pela Profª Drª Carmen Campbell.
  • Carmen Sílvia Grubert Campbell, Universidade Católica de Brasília
    Licenciada em Educação Física (1993) e Mestre em Ciências da Motricidade (1998) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Rio Claro. Doutora em Ciências Fisiológicas pela Universidade de São Paulo - USP (2004). Atualmente é Professora da Graduação em Educação Física na disciplina "Crescimento e Desenvolvimento Humano"; Professora, orientadora e pesquisadora do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação Física da Universidade Católica de Brasília (UCB); Coordenadora do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Física Escolar (UCB) e Coordenadora do Laboratório de Estudos em Educação Física e Saúde (LEEFS-UCB). Atua nas linhas de pesquisa: avaliação física, antropométrica e da pressão arterial para a prevenção de doenças crônico não transmissíveis em crianças; efeito de atividades físicas infantis sobre o desempenho escolar, variáveis cognitivas, metabólicas e ventilatórias em crianças; avaliação funcional, efeito do exercício físico sobre a glicemia e pressão arterial em indivíduos saudáveis e em portadores de diabetes e hipertensão arterial; polimorfismo do gene da ECA em portadores de diabetes tipo 2; efeito do exercício físico agudo e crônico sobre a glicemia, o endotélio vascular e PA em camundongos transgênicos ob/ob.

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Publicado

2014-08-23

Edição

Seção

Artigo Original