Discriminação salarial no mercado de trabalho dos engenheiros do Brasil

Autores

  • Luis Antonio Winck Cechin Universidade Federal de Pelotas - UFPEL
  • Gustavo Saraiva Frio Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Palavras-chave:

Direitos humanos, Direito constitucional, Direito internacional público. Direito dos tratados. Controle de convencionaliidade.

Resumo

Este trabalho tem por objetivo investigar a existência de discriminação salarial de gênero e raça entre os profissionais de engenharia no Brasil, utilizando os métodos de Oaxaca-Blinder (1973), de Oaxaca-Ransom (1994) e RIF-Regression, em conjunto com a metodologia de pseudo-painel (DEATON, 1997), com os dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios (PNAD) dos anos de 2002 a 2015. Os resultados mostram que há discriminação tanto de gênero quanto de raça, persistente ao longo da distribuição salarial nas raças, porém, nos gêneros, a discriminação se mantém até o meio da distribuição. Esse resultado aliado ao fato de os salários dos engenheiros serem heterogêneos justifica o uso de regressões quantílicas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Luis Antonio Winck Cechin, Universidade Federal de Pelotas - UFPEL

Mestre em Economia Aplicada pelo Programa de Pós-Graduação em Organizações e Mercados da Universidade Federal de Pelotas - UFPEL.

Gustavo Saraiva Frio, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Doutorando em Economia do Desenvolvimento pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Downloads

Publicado

2019-06-19

Edição

Seção

Artigos