“Nós, as monstras”: gestos aberrantes nas fotografias das performances do Smoking Haus
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v0i22.13387Abstract
Nos vestígios entre fotografia e performance, procuramos analisar as estéticas do corpo em movimento por meio temporalidades nas imagens. Para isso, consideramos o trabalho do fotógrafo Alex Oliveira diante das performances do Smoking Haus da cidade de Natal, no sentido de refletir sobre a montagem temporária dos corpos LGBTQIA+ e os registros das performances no palco. Pelos movimentos aberrantes, o artifício aparece na passagem do corpo entre performance e fotografia.
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