Cartas: Políticas dissidentes de escrita na Universidade
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16824Abstract
Este artigo debate sobre cartas como política dissidente de escrita ao formalismo acadêmico. Tendo como referência epistemológica o sul global, as análises teóricas se inspiram em movimentos contra coloniais e feministas, refletindo sobre as noções conceituais de experiência, fronteira, marcas da memória e ficcionalização. Conclui-se que a presença de cartas no cenário universitário assume uma posição disruptiva, ao colocar em evidência e diálogo saberes tidos comumente como menores.
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Copyright (c) 2026 Flávia Fernandes de Carvalhaes, Rafael Siqueira de Guimarães

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