Cartas: Políticas dissidentes de escrita na Universidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16824

Resumo

Este artigo debate sobre cartas como política dissidente de escrita ao formalismo acadêmico. Tendo como referência epistemológica o sul global, as análises teóricas se inspiram em movimentos contra coloniais e feministas, refletindo sobre as noções conceituais de experiência, fronteira, marcas da memória e ficcionalização. Conclui-se que a presença de cartas no cenário universitário assume uma posição disruptiva, ao colocar em evidência e diálogo saberes tidos comumente como menores.

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Biografia do Autor

Flávia Fernandes de Carvalhaes, Universidade Estadual de Londrina

Escritora de cartas. Pós-doutoranda em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC (2015), mestre em Psicologia Social pela Universidade Estadual Paulista/UNESP (2008) e graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina/UEL (2003). Docente Adjunta B do Departamento de Psicologia Social e Institucional da Universidade Estadual de Londrina. 

Rafael Siqueira de Guimarães, Universidade Federal de São João del Rei

Artista moquequeiro, psicólogo e doutor em Sociologia pela Unesp, professor do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), docente do Programa de Pós Graduação em Psicologia/Unesp Assis, líder do grupo de pesquisa GRIETA.

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Publicado

2026-08-28

Como Citar

Fernandes de Carvalhaes, F., & Siqueira de Guimarães, R. (2026). Cartas: Políticas dissidentes de escrita na Universidade. Esferas, 2(36). https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16824

Edição

Seção

Dossiê Memória e Epistemologias do Sul Global