Imagens, Imaginários e Representações no Movimento de Vídeo Popular
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v2i7.6957Keywords:
Mediação de conflitos. Direito das Famílias. Acesso à justiça. Cultura de Paz.Abstract
Nos anos 1980, nasce o movimento de vídeo popular brasileiro e a Associação Brasileira de Vídeo Popular (ABVP), em meio ao ascenso das lutas sociais do período. Duas décadas mais tarde, realizadores ligados a movimentos sociais e coletivos culturais da periferia se organizam em São Paulo, formando o Coletivo de Vídeo Popular, um “coletivo dos coletivos”. Este artigo tem como objetivo refletir sobre o novo movimento surgido nesta articulação, assim como o contexto histórico de seu surgimento e, também, sobre os debates e críticas propostos pelos integrantes, que dizem respeito a temas como a política das representações, os modos de produção e a busca por identidade e autonomia. Por fim, analisaremos o documentário Videolência, do coletivo NCA, que sintetiza, em seu discurso e linguagem, muitos dos debates do Coletivo de Vídeo Popular.
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- 2022-07-04 (2)
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