Territórios negros, memória e cartografias ancestrais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16820

Resumo

O artigo analisa a cidade moderna como forma urbana vinculada ao padrão moderno/colonial de poder, responsável pela conversão do espaço em extensão homogênea e administrável e pela articulação entre classificação racial e ordenação territorial. Sustenta que os territórios negros instituem outra forma de espacialização, fundada na relacionalidade. Conclui que a cartografia ancestral torna legível a sobreposição de temporalidades e espacialidades no urbano e reinscreve o território como campo de disputa.

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Biografia do Autor

Dayana Karla Melo da Silva, Universidade de São Paulo

Professora do Departamento de Comunicações e Artes e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA/USP. Doutora em Sociologia pela Université Sorbonne Paris Cité, mestre em Comunicação e Culturas Midiáticas pela UFPB, com estágio Procad de mobilidade acadêmica na UFRJ, graduada em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, pela UFPB, e em Ciências Sociais pela USP. Realizou pós-doutorado na ECA/USP e no IEA/USP.

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Publicado

2026-08-28

Como Citar

Melo da Silva, D. K. (2026). Territórios negros, memória e cartografias ancestrais. Esferas, 2(36). https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16820

Edição

Seção

Dossiê Memória e Epistemologias do Sul Global