ALTURA PERCENTUAL DO CENTRO DE GRAVIDADE EM CANOÍSTAS DE ELITE - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n1p116-122

Autores/as

  • Luiz Fernando Cuozzo Lemos UnB / UFSM / UFRGS
  • Joane Severo Ribeiro UFCSPA
  • Rudi Facco Alves UFSM
  • Gabriel Ivan Pranke UFRGS
  • Mateus Corrêa Silveira UFRGS
  • Carlos Bolli Mota UFSM

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i1.3845

Resumen

O presente estudo buscou comparar a altura do centro de gravidade e características antropométricas de atletas da equipe masculina nacional brasileira de canoagem velocidade com indivíduos não atletas. Compuseram o grupo de estudo oito canoístas da seleção brasileira de canoagem velocidade, oito homens não atletas ativos e oito mulheres não atletas ativas. Para mensurar a altura do centro de gravidade utilizou-se o método chamado de prancha de reação. Os resultados mostraram que os canoístas (58,04±0,43) têm o percentual do centro de gravidade em relação com sua estatura mais alto que os homens (57,10±0,81) e que as mulheres (55,89±1,29), respectivamente. Baseado nos achados desse trabalho é possível concluir que atletas de canoagem velocidade de elite têm o centro de gravidade corporal mais elevado que homens ativos não atletas e, ambos (canoístas e homens não atletas) possuem o centro de gravidade mais alto que mulheres ativas não atletas.

Biografía del autor/a

  • Luiz Fernando Cuozzo Lemos, UnB / UFSM / UFRGS
    Doutorando em ciências do movimento humano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul Mestre em Educação Física - Atividade Física e Esportes na Universidade de Brasília
  • Joane Severo Ribeiro, UFCSPA
    Mestranda em Ciências da Reabilitação pela Universidade Federal de Ciências da Saúde. Especializanda em Atividade física, comportamento motor e saúde com ênfase em Biomecânica da Atividade Física pela Universidade Federal de Santa Maria. Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Federal de Santa Maria (2010) e graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria (2006). Faz parte do Laboratório de Biomecânica da UFSM. Tem experiência na área de Fisioterapia, atuando principalmente nos seguintes temas: fisioterapia, biomecânica, equilíbrio, envelhecimento humano, ortopedia e traumatologia.
  • Rudi Facco Alves, UFSM
    Mestre em Disturbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de Santa Maria.
  • Gabriel Ivan Pranke, UFRGS
    Doutorando em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Mateus Corrêa Silveira, UFRGS
    Graduado no curso de Educação Física Bacharelado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atualmente é especializando em Biomecânica da Atividade Física também pela UFSM e mestrando em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Faz parte do Grupo de Estudos e Pesquisa em Ergonomia, Biomecânica, Esporte e Saúde (GEBES). Já atuou na comissão técnica da Equipe de Voleibol do Núcleo Universitário de Esportes (NUE), também da UFSM. Teve ainda experiência nos campos de musculação e de personal trainer.
  • Carlos Bolli Mota, UFSM
    possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Maria (1981), mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Santa Maria (1991) e doutorado em Ciência do Movimento Humano pela Universidade Federal de Santa Maria (1999). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Santa Maria. Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em Biomecânica, atuando principalmente nos seguintes temas: locomoção humana, ciclismo, atletismo e instrumentação.

Publicado

2013-03-05

Número

Sección

Artigo Original